segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
SÉRGIO COLLE | Professor na UFSC publica artigo no Diário Catarinense com o título:Narcoterror marxista-leninista, por Sérgio Colle
Na década de 1980 a democracia alemã efetivamente liquidou a célula terrorista de esquerda Baader Mainhof. Trancafiados nas duras prisões alemãs, os criminosos condenados tentaram divulgar a imagem de injustiçados, publicando livros panfletários sobre o que denominaram "os anos de chumbo", ironicamente, o chumbo que eles não economizaram contra os corpos de suas vitimas. Na década de 90 foi a vez de a democracia italiana dar cabo do grupo terrorista de esquerda Brigate Rosse. Os condenados envelhecem nas prisões de segurança máxima e, quando não, sobrevivem como párias sociais. A democracia colombiana, salvaguardada pelo presidente Álvaro Uribe, já aniquilou cerca de 16 mil narcoguerrilheiros marxistas das FARC, deixando contudo ainda impunes cerca de 14 mil, mesmo porque eles, covardemente, protegem-se com um escudo humano de 800 seqüestrados mantidos em brutal cativeiro.Neste cenário de terror, Hugo Chávez, que este autor enquadra como terrorista de Estado e, até mesmo o assessor para assuntos internacionais de Lula, Marco Aurélio Garcia, tentam vender na América Latina a enganosa versão política de terror esquerdista. Ora, Garcia é conhecido remanescente da mais retrógrada e condenável corrente ideológica do século 20 qual seja, o marxismo-leninismo, cujos resultados práticos na história foram humana e economicamente desastrosos, em todos os continentes vitimados pelo terror comunista. Ademais, suas insistentes manifestações públicas em favor dos ditadores Hugo Chavez e Fidel Castro constituem-se num abominável insulto à democracia brasileira. Os terroristas e seus simpatizantes deveriam ser definitivamente aniquilados, a exemplo do que fizeram a Alemanha e Itália, com os meios de que as democracias ainda dispõem.
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